A Piracema é o movimento dos cardumes de peixes que nadam rio acima, contra a correnteza, para realizar a desova no período de reprodução. A palavra piracema significa algo como “saída de peixes”, como descreviam os índios que falam Tupi. Esse fenômeno é compartilhado por espécies no mundo inteiro e no Brasil ocorre geralmente no início das chuvas de verão, quando a temperatura da água e do ar fica mais quente e o nível dos rios sobem. Essas mudanças ambientais sinalizam aos peixes que é hora de subir os rios, onde a chance de sobrevivência dos recém-nascidos é maior.

Tudo começa no local chamado lar de alimentação, onde os peixes encontram recursos (abrigo e alimento) para sobreviverem a maior parte do seu tempo. Durante a viagem rio acima, os peixes nadam longas distâncias contra a correnteza, exigindo um esforço que é essencial para reprodução. Ao queimar a gordura do corpo, a produção de hormônios responsáveis pelo amadurecimento dos órgãos sexuais (testículos e ovários) é intensamente estimulada.

Durante a subida do rio, os peixes enfrentam vários desafios. Algumas espécies que fazem piracema podem se deslocar entre 3 a 50 quilômetros por dia, nadando contra a corrente da água. Entre os perigos que encontram, há obstáculos como cachoeiras e barragens de hidroelétricas e predadores, além da necessidade de vencer a pressão do homem com a pesca e a degradação dos rios.

Uma das soluções encontradas para permitir com que os peixes façam sua jornada de reprodução, é a proibição da pesca na época da migração e reprodução, o chamado defeso, que geralmente dura de novembro a fevereiro. A cada ano, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) publica uma portaria estabelecendo os limites de pesca no período de defeso.

A Piracema é o movimento dos cardumes de peixes que nadam rio acima, contra a correnteza, para realizar a desova no período de reprodução. A palavra piracema significa algo como “saída de peixes”, como descreviam os índios que falam Tupi. Esse fenômeno é compartilhado por espécies no mundo inteiro e no Brasil ocorre geralmente no início das chuvas de verão, quando a temperatura da água e do ar fica mais quente e o nível dos rios sobem. Essas mudanças ambientais sinalizam aos peixes que é hora de subir os rios, onde a chance de sobrevivência dos recém-nascidos é maior.

Tudo começa no local chamado lar de alimentação, onde os peixes encontram recursos (abrigo e alimento) para sobreviverem a maior parte do seu tempo. Durante a viagem rio acima, os peixes nadam longas distâncias contra a correnteza, exigindo um esforço que é essencial para reprodução. Ao queimar a gordura do corpo, a produção de hormônios responsáveis pelo amadurecimento dos órgãos sexuais (testículos e ovários) é intensamente estimulada.

Durante a subida do rio, os peixes enfrentam vários desafios. Algumas espécies que fazem piracema podem se deslocar entre 3 a 50 quilômetros por dia, nadando contra a corrente da água. Entre os perigos que encontram, há obstáculos como cachoeiras e barragens de hidroelétricas e predadores, além da necessidade de vencer a pressão do homem com a pesca e a degradação dos rios.

Uma das soluções encontradas para permitir com que os peixes façam sua jornada de reprodução, é a proibição da pesca na época da migração e reprodução, o chamado defeso, que geralmente dura de novembro a fevereiro. A cada ano, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) publica uma portaria estabelecendo os limites de pesca no período de defeso.

 

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